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Produto de panificação que, apesar de utilizar farinha integral e grãos, contém aditivos conservantes (propionato de cálcio e ácido sórbico), óleo de soja refinado e açúcar adicionado, classificando-o como um alimento ultraprocessado.
Produto altamente ultraprocessado, contendo múltiplas fontes de açúcares adicionados (açúcar cristal e maltodextrina), gordura de palma e uma longa lista de aditivos químicos, como emulsificantes complexos (PGPR, mono/diglicerídeos) e estabilizantes como a carragena. Deve ser evitado ou consumido com extrema moderação.
Embora a farinha de trigo integral seja o primeiro ingrediente, o produto é classificado como ultraprocessado devido à presença de múltiplos açúcares adicionados (açúcar, frutose, extrato de malte), conservantes (Propionato de Cálcio e Ácido Sórbico) e aromatizantes. O teor de açúcar adicionado (8,1g por 100g) é elevado para um pão.
Este produto é classificado como ultraprocessado devido à presença de aditivos, como emulsificantes e conservantes (propionato de cálcio e ácido sórbico), utilizados para prolongar a vida útil e melhorar a textura. O consumo deve ser esporádico.
Pão de brioche, considerado um produto de panificação processado. Embora utilize ingredientes tradicionais como manteiga e ovos, ele é baseado em farinha refinada e contém adição de açúcar, devendo ser consumido com muita moderação.
Pão com alto teor de fibras (75% integral) e zero adição de açúcar, mas contém aditivos químicos ultraprocessados, como propionato de cálcio e emulsificantes, que reduzem significativamente sua qualidade nutricional.
Este produto, embora feito com farinha integral, é ultraprocessado devido à presença de açúcares adicionados (açúcar demerara), óleo de soja e diversos conservantes (propionato de cálcio e ácido sórbico). O consumo deve ser evitado ou muito esporádico.
Este pão, apesar de conter farinha integral e castanhas, é classificado como ultraprocessado. Contém açúcar, gordura vegetal de qualidade não especificada, múltiplos emulsificantes e conservantes, além do aditivo polêmico azodicarbonamida. Não é uma opção saudável para consumo regular.
Produto lácteo minimamente processado, composto por creme de nata e sal. É extremamente rico em gorduras totais e saturadas, exigindo consumo muito moderado devido à alta densidade calórica e teor lipídico.
Este produto é composto 100% por Açúcar Demerara (sacarose). Embora seja minimamente processado em comparação ao açúcar branco, ainda é um açúcar livre, cujo consumo excessivo está associado a diversos riscos metabólicos. Deve ser consumido com grande moderação ou evitado.
Este produto apresenta uma base de leite integral e é altamente fortificado com vitaminas e minerais essenciais. É uma boa opção dentro de sua categoria, especialmente por não conter quantidades significativas de açúcares adicionados, conforme a informação do rótulo.
Este produto é composto unicamente por amido de milho, um carboidrato altamente refinado (puro amido) utilizado como espessante. Possui calorias vazias e o rótulo indica o uso de milho geneticamente modificado, o que levanta questões sobre a origem e a preferência do consumidor. Seu consumo deve ser moderado e depender da aplicação culinária.
Este pão, apesar de ter farinha de trigo integral como primeiro ingrediente, contém farinha de trigo enriquecida (refinada) em segundo lugar, açúcar adicionado e múltiplos conservadores (ácido sórbico e propionato de cálcio), classificando-o como um alimento ultraprocessado.
Produto ultraprocessado e altamente desaconselhado. Contém uma quantidade inaceitável de Gorduras Trans (4g por 100g), o que está ligado a graves riscos cardiovasculares. Além disso, possui alto teor de açúcares adicionados e sódio, e baixíssimo teor de fibras.
Produto minimamente processado, composto principalmente por frutas (banana e ameixa) sem adição de açúcares (o rótulo indica 0g de açúcares adicionados). O ponto de atenção é o uso de um conservador químico, que afasta o produto da classificação de totalmente natural.
Este produto é classificado como ultraprocessado devido ao alto teor de açúcares adicionados (6,7g por porção de 30g) e à presença de farinhas refinadas e gorduras. O baixo teor de fibras e proteínas torna-o uma fonte de calorias vazias que deve ser evitada.
Queijo parmesão ralado caracterizado por alto teor de sódio e gordura saturada. Contém aditivos como conservadores (lisozima, ácido sórbico) e anti-umectante (celulose microcristalina) para estabilidade e conservação, comuns em produtos ralados prontos. O consumo deve ser moderado, principalmente devido ao alto teor de sal.
Base de pizza pré-assada de alta qualidade, utilizando levain (fermentação natural), azeite e molho de tomate pelatti. Embora a formulação seja limpa de aditivos, a presença de farinha de trigo branca enriquecida exige moderação no consumo devido ao baixo teor de fibras e potencial glicêmico. O produto é uma opção melhor do que a maioria das massas industrializadas.
Produto de panificação que utiliza farinha integral e suco de fruta, mas contém farinha de trigo refinada e açúcar mascavo (açúcar adicionado) em quantidades relevantes, classificando-o como processado e com alta adição de açúcar.
Este produto é classificado como ultraprocessado devido ao alto teor de açúcares adicionados (melado de cana e açúcar mascavo), óleos vegetais (palma) e a presença de aromatizantes. Apesar de ser feito com farinha de trigo integral, o perfil de aditivos e açúcares desaconselha o consumo regular.
Produto ultraprocessado devido ao alto teor de açúcares adicionados (9,0 g por 100g, equivalente a 9% do peso) e à presença de aditivos como aromatizantes e corantes (carmim). Apresenta zero fibras alimentares, o que diminui seu valor nutricional.
Produto com alta densidade energética e baixo valor nutricional, caracterizado pela predominância de açúcares, gorduras vegetais de baixa qualidade e a presença de múltiplos aditivos, incluindo corantes artificiais (Tartrazina, Amarelo Crepúsculo) associados a riscos alérgicos e comportamentais. É classificado como ultraprocessado.
Este é um produto ultraprocessado, apesar de ser uma fonte de proteína. Contém múltiplos aditivos, óleo de palma, alto teor de açúcares adicionados e o uso de xarope de maltitol, classificando-o como um alimento para consumo esporádico.
Este produto é composto majoritariamente por frutas ricas em vitaminas e fibras. No entanto, a presença de xarope de malte (açúcar adicionado) e óleo vegetal genérico classifica-o como um alimento processado. O consumo deve ser moderado devido ao teor de açúcares livres.
Produto ultraprocessado com base em amido refinado. Apresenta teor extremamente alto de sódio (mais de 1000 mg por 100g) e contém óleo de palmiste, uma fonte de gordura altamente saturada, desaconselhado para consumo regular.
Este iogurte desnatado, embora seja baixo em gordura, é classificado como ultraprocessado devido à alta lista de aditivos, incluindo açúcares livres (mel e açúcar), amido modificado, aromatizantes e o adoçante artificial sucralose.
Geleia de morango feita com 51% de fruta e adoçada exclusivamente com sucos concentrados de uva e tâmara. Embora não contenha açúcar refinado ou aditivos artificiais, possui um alto teor de açúcares livres (cerca de 48g por 100g), exigindo moderação no consumo.
Produto ultraprocessado que, apesar de ter amendoim e avelã como base, utiliza múltiplos adoçantes artificiais (sucralose, acessulfame de potássio), poliálcoois (maltitol, xilitol) e gorduras vegetais genéricas, indicando alto processamento.
Este produto, à base de fécula de mandioca, contém aditivos como o conservante ácido sórbico e o acidulante ácido cítrico. Embora a base seja um carboidrato natural, a adição de conservantes classifica o produto como processado e menos ideal que a fécula pura.
Este condimento é considerado ultraprocessado devido à adição de açúcar, amido modificado e, principalmente, ao conservante químico Benzoato de Sódio (E211), que levanta preocupações toxicológicas. Embora contenha especiarias naturais, o perfil nutricional e aditivo desaconselham o consumo frequente.
Condimento ultraprocessado que contém múltiplos aditivos químicos, incluindo realçador de sabor (glutamato monossódico), conservantes controversos (benzoato e metabissulfito de sódio) e corantes artificiais (incluindo dióxido de titânio e amarelo ovo). Deve ser evitado.
Produto com excelente base nutricional, contendo alta concentração de fibras, sementes e grãos integrais. O consumo deve ser moderado devido à presença de óleo vegetal de soja e açúcar adicionado na lista de ingredientes.
Este pão é um alimento processado. Embora seja rico em fibras e não contenha açúcares adicionados, sua base é a farinha de trigo refinada (enriquecida), seguida por farinha integral (30%) e farelo (8%), e contém o conservante sintético Propionato de Cálcio.
Produto minimamente processado, composto por apenas dois ingredientes: arroz integral e sal. É uma excelente fonte de grãos integrais e fibras, sendo uma opção saudável para lanches. Não contém açúcares adicionados ou gorduras ruins.
Este produto é majoritariamente composto por frutas (banana e uvas passas), que são fontes de fibras e energia. Contém um conservante (sorbato de potássio) para estabilidade, mas é uma opção de lanche processado minimamente aceitável e sem glúten.
Este produto é composto exclusivamente por melissa (erva-cidreira) em sua forma natural (folhas e ramos), sem aditivos, conservantes ou ultraprocessados. É uma excelente opção de infusão, minimamente processada.
Produto composto majoritariamente por frutas e ervas naturais, mas a presença de aromas artificiais (cereja e framboesa) classifica-o como um alimento ultraprocessado, comprometendo a pureza da bebida.
Produto à base de farinha de arroz, enriquecido com espinafre em pó. A presença do emulsificante E471 classifica-o como processado. É uma opção aceitável, especialmente por ser sem glúten e ter uma lista de ingredientes curta, mas a frequência de consumo deve ser moderada.
Queijo naturalmente rico em proteínas, mas extremamente elevado em gorduras saturadas e sódio. Contém aditivos (conservadores e antiumectante) comuns em queijos ralados, o que exige moderação no consumo devido ao alto teor de sal e gordura.
Produto ultraprocessado devido à adição de açúcares e ao alto teor de sódio, conforme indicado pela tabela nutricional (3,9g de açúcares adicionados e 361mg de sódio por 100g). Deve ser evitado ou consumido muito raramente.
Este produto é um ultraprocessado, extremamente rico em açúcares adicionados (38% do peso do produto) e com alto teor de gorduras saturadas. Seu consumo regular é desaconselhado devido ao risco metabólico e nutricional.
Produto classificado como ultraprocessado devido à adição de açúcares, edulcorantes artificiais (Sucralose e Acesulfame K) e aditivos químicos complexos, como o antiespumante Polidimetilsiloxano. É uma bebida com alto grau de processamento que deve ser evitada.
Bebida alcoólica classificada como ultraprocessada devido ao alto teor de açúcar, álcool etílico, e a presença de corantes artificiais (INS 110 e INS 124) e aromas sintéticos. Não possui valor nutricional positivo.
Produto com lista de ingredientes muito curta e base natural (tomate), o que é positivo. No entanto, o teor de sódio é elevado (120mg por porção de 30g, ou 400mg por 100g), e contém açúcar adicionado, exigindo moderação no consumo.
Produto excelente e totalmente natural, composto apenas por extrato de própolis e água. Não contém açúcares adicionados, glúten ou qualquer tipo de aditivo artificial. É uma fonte rica em compostos bioativos e antioxidantes.
Excelente produto, composto por 100% azeite de oliva extra virgem orgânico. É uma fonte de gorduras monoinsaturadas saudáveis e antioxidantes (Vitamina E), essencial para a saúde cardiovascular.
Bebida alcoólica ultraprocessada, com alto teor de açúcar e álcool etílico potável. Contém aditivos sintéticos controversos, incluindo corantes azoicos (INS 110 e INS 124) e aromatizante artificial, classificando-o como um produto de baixo valor nutricional que deve ser evitado ou consumido em ocasiões raras e com extrema moderação.
Produto minimamente processado (MPF) composto por um único ingrediente (flocos de milho). É uma excelente fonte de carboidratos complexos, sem aditivos, açúcares adicionados, gorduras ruins ou sódio, sendo uma opção saudável para consumo regular.
Este biscoito é um alimento processado que mistura farinha integral e refinada. Contém ingredientes indesejáveis como gordura vegetal e açúcar adicionado, o que compromete sua qualidade nutricional geral, apesar da presença de grão integral.
Produto de confeitaria ultraprocessado, extremamente rico em açúcares adicionados (glicose e açúcar), farinha refinada e diversas formas de gordura, incluindo óleos vegetais não especificados. Contém aditivos como conservadores e emulsificantes, e deve ser evitado ou consumido apenas esporadicamente.
Esta é uma massa alimentícia simples, composta apenas por sêmola de trigo duro e água. É considerada um alimento processado minimamente (grupo 2 do NOVA), sem aditivos, açúcares adicionados ou gorduras ruins. Contudo, é feita de grão refinado, o que a torna menos nutritiva que a versão integral.
Embora o produto contenha uma base sólida de pasta de cacau e alto teor de fibra (indicando boa porcentagem de cacau), ele é reprovado devido à alta concentração de açúcar (34% do peso) e à inclusão de aditivos ultraprocessados como o PGPR e aromatizantes genéricos.
Produto altamente ultraprocessado. Embora utilize amendoim como base e tenha proteína (whey), ele contém óleos vegetais de baixa qualidade, uma série de emulsificantes industriais e um 'coquetel' de três adoçantes artificiais (sucralose, xilitol e acessulfame K), que impactam negativamente a qualidade nutricional geral.
Embora contenha farinhas integrais e castanhas, o produto é classificado como ultraprocessado devido à presença de Açúcar, Gordura Vegetal (não especificada) e Aromatizantes. O consumo deve ser limitado.
A receita de bolo proposta utiliza ingredientes de boa qualidade como ovos, chocolate 70% e castanhas, mas o alto teor de açúcar refinado e a base de farinha de trigo refinada classificam o produto final como uma sobremesa ultraprocessada e de consumo ocasional.
Suplemento de óleo de peixe rico em ácidos graxos ômega-3 (EPA e DHA), essenciais para a saúde cardiovascular e cerebral. A composição ativa é excelente, complementada com Vitamina E, um antioxidante benéfico. O consumo é recomendado, mas a qualidade do óleo (pureza/contaminação) deve ser verificada.
Suplemento alimentar contendo N-Acetil L-Cisteína (NAC) em cápsulas de gelatina. É um produto focado com fins específicos (principalmente suporte antioxidante e hepático), livre de açúcares, gorduras e aditivos desnecessários, mas sua adequação e dosagem devem ser avaliadas por um profissional de saúde.
Suplemento de creatina que parece ser puro (monohidratada), sem adição de outros ingredientes (açúcares, aditivos). É excelente para aumentar o desempenho físico, mas deve ser consumido conforme a necessidade individual e objetivos de treino.
Suplemento alimentar com alta concentração de magnésio em formas biodisponíveis (malato, bisglicinato, taurato, citrato) e L-Treonina, um aminoácido essencial. Possui ingredientes de alta qualidade e mínimos excipientes, focado em suporte cognitivo e relaxamento.
Suplemento de Ômega-3 de alta qualidade, contendo apenas óleo de peixe e componentes essenciais para a cápsula (gelatina e glicerina). Excelente fonte de EPA e DHA, sem açúcares ou sódio adicionados.
Infusão com ingredientes naturais (mate e cascas de frutas), mas contém 'Aromatizante' genérico, que é um aditivo ultraprocessado e não especificado. Embora a base seja saudável, a presença do aditivo compromete a qualidade.
Produto classificado como ultraprocessado. Embora contenha farinha integral (37%), ele também inclui farinha branca refinada, gordura vegetal (palma), dois tipos de açúcar adicionado e uma série de aditivos químicos, como pirofosfato dissódico e metabissulfito de sódio, que indicam baixo valor nutricional e consumo a ser evitado.
Água de coco processada que utiliza concentrado, açúcar adicionado (sacarose) e um conservante químico (Metabissulfito de Potássio), que é um sulfito conhecido por causar reações em pessoas sensíveis.
O produto é predominantemente água de coco (fonte natural de potássio), o que é saudável. No entanto, contém sacarose em baixa concentração para padronização e o antioxidante metabissulfito de sódio (um sulfito), um aditivo químico que pode ser problemático para pessoas sensíveis.
Produto lácteo ultraprocessado devido à adição de edulcorantes artificiais (ciclamato e aspartame), aromatizantes, conservantes e amido modificado. Apesar da base láctea, o extenso uso de aditivos químicos compromete a qualidade nutricional.
Este produto é classificado como ultraprocessado. Embora a farinha de trigo integral seja o primeiro ingrediente (45%), a presença de amidos refinados, açúcar adicionado e um "condimento reparado sabor peito de peru" indica a inclusão de diversos aditivos e processamentos complexos, tornando-o nutricionalmente inferior e rico em sódio e aromatizantes.
Suplemento fitoterápico composto por extrato seco de Tribulus terrestris. Embora seja um ingrediente natural, seu uso é altamente especializado e a eficácia pode variar. Seu consumo deve ser moderado e preferencialmente sob orientação profissional devido aos potenciais riscos de toxicidade e interações.
Maca peruana em pó, um suplemento alimentar de ingrediente único (100% raiz de maca), sem aditivos, açúcares ou conservantes. É um produto altamente nutritivo e funcional.
Produto ultraprocessado que utiliza glicosídeos de esteviol (Estévia) como edulcorante, combinado com aditivos químicos (conservante e acidulante). É uma opção para reduzir calorias, mas o consumo deve ser moderado devido aos aditivos e à manutenção do paladar doce.
Este é um produto ultraprocessado, caracterizado pela alta concentração de açúcar (23g adicionados por porção) e uma longa lista de aditivos, incluindo soro de leite como base e o corante caramelo IV. Seu consumo frequente não é recomendado.
Adoçante líquido que, apesar de conter Stevia, é predominantemente composto por uma mistura de adoçantes artificiais (Ciclamato e Sacarina), o poliálcool Sorbitol e múltiplos conservantes químicos (Benzoato de Sódio e Sorbato de Potássio). Classificado como ultraprocessado.
Produto ultraprocessado com o açúcar como ingrediente principal, seguido de maltodextrina e aromatizantes. A fortificação com vitaminas e minerais não compensa o alto teor de açúcares e o baixo valor nutricional geral.
Queijo com bom teor de proteína e cálcio, mas alto em gorduras saturadas e sódio. Contém o conservante natamicina, sendo recomendado consumo moderado.
Produto composto por 100% milho para pipoca, um alimento integral e minimamente processado. É uma excelente fonte de fibras e carboidratos complexos, sendo uma base saudável para lanches.
Produto ultraprocessado. Embora enriquecido com vitaminas e minerais, é feito de milho altamente processado e contém o aditivo sintético controverso TBHQ, que deve ser evitado.
Este é um produto ultraprocessado com farinha refinada (alto índice glicêmico) e, principalmente, açúcar como segundo ingrediente em maior quantidade. Embora seja fortificado com vitaminas e minerais, a base nutricional é pobre, sendo seu consumo desaconselhado ou restrito.
Cereal matinal ultraprocessado que, apesar de utilizar cereais integrais como base, contém adoçantes artificiais (Sucralose) e polióis (Maltitol), desaconselhando o consumo regular.
Este produto, embora seja majoritariamente composto por pepino e vinagre, contém açúcar adicionado e é classificado como alto em sódio, o que exige cautela e moderação no consumo.
Produto composto por um único ingrediente (tomate), o que o classifica como um alimento minimamente processado e nutricionalmente excelente. É uma ótima base para molhos, sem aditivos, açúcares ou sódio adicionados (conforme a informação nutricional).
Este ketchup é considerado um produto ultraprocessado devido à alta concentração de açúcar invertido (segundo ingrediente) e ao teor significativo de sódio, que desequilibram a base de tomate e vegetais.
Este produto é composto por milho de pipoca (grão integral) e possui um bom teor de fibras. No entanto, contém alto teor de sódio e 'gordura vegetal' genérica, que contribui significativamente para o teor de gordura saturada do produto. Deve ser consumido com moderação.
Este produto é classificado como ultraprocessado devido à presença de farinha refinada, açúcar como um dos principais ingredientes, óleo vegetal de baixa qualidade (soja) e o uso de aditivos químicos (conservadores propionato de cálcio e ácido sórbico). Seu consumo deve ser evitado ou muito esporádico.
Produto ultraprocessado. Embora a base seja leite integral e haja enriquecimento com vitaminas e minerais, a presença de múltiplos estabilizantes (fosfatos e citratos) o classifica como ultraprocessado. O consumo deve ser moderado.
Este é um produto ultraprocessado, contendo uma mistura de açúcar e edulcorantes artificiais, além de aditivos químicos como ácido fosfórico e corante caramelo IV, associados a riscos à saúde metabólica e dentária. Deve ser evitado ou consumido muito raramente.
Produto classificado como ultraprocessado devido à presença de óleo vegetal refinado (algodão), farinha de trigo reconstituída, múltiplos aditivos alimentares (fermentos, emulsificantes, aromas) e o adoçante maltitol, que pode causar desconforto gastrointestinal em alguns indivíduos, apesar de conter farinhas integrais.
Produto de uso culinário composto majoritariamente por leveduras vivas, essencial para a panificação. Contém um emulsificante industrial (monoestearato de sorbitana) para garantir a estabilidade e desempenho do produto seco, classificando-o como processado, mas de baixo risco quando usado nas quantidades habituais.
Este produto é altamente processado (UHT) e contém uma alta concentração de aditivos químicos, incluindo espessantes controversos como a Carragena e a Carboximetilcelulose, além de fosfatos. O consumo deve ser evitado ou estritamente limitado.
Este pão é classificado como ultraprocessado. Embora a farinha de trigo integral seja o primeiro ingrediente (43% do total), ele contém açúcares adicionados, óleo de soja refinado e conservadores químicos (propionato de cálcio e ácido sórbico), ingredientes que diminuem drasticamente sua qualidade nutricional.
Pão com grau significativo de processamento. Apesar de ser 35% integral, contém farinha refinada como principal base, além de múltiplos aditivos químicos, incluindo conservadores e o adoçante artificial sucralose. Seu consumo regular não é recomendado.
Pão de forma ultraprocessado, feito com farinha refinada, açúcar, óleo vegetal de soja e uma quantidade significativa de aditivos químicos (conservadores, emulsificantes e melhoradores), caracterizando um alimento de baixo valor nutricional.
Produto lácteo classificado como ultraprocessado. Embora seja fonte de proteína e tenha baixo teor de açúcar, contém sais emulsificantes (fosfatos) e conservantes que reduzem sua qualidade nutricional geral e o classificam como ultraprocessado.
Pão feito com ingredientes básicos, mas a base de farinha de trigo refinada e o alto teor de sódio (648 mg por 100g) resultam em baixo valor nutritivo (baixa fibra) e risco para hipertensão. O consumo deve ser moderado.
Este produto é minimamente processado, contendo apenas milho e água. É uma forma rápida e saudável de incluir vegetais na dieta, apesar do milho ser geneticamente modificado.
Este é um produto ultraprocessado, com alto teor de gorduras saturadas e sódio. Contém um "mix de aditivos" extenso, incluindo espessantes controversos como Carragena e estabilizantes como Fosfato Dissódico, sendo desaconselhado para consumo frequente.
Produto com uma lista de ingredientes simples e limpa (pepino, água, vinagre), o que é excelente. No entanto, o teor de sódio é muito elevado, representando 22% do valor diário em uma porção de apenas 50g.
Embora o cogumelo seja um alimento saudável, este produto contém dois aditivos químicos conservantes (Metabissulfito de Sódio e Benzoato de Sódio) que são classificados como aditivos a serem evitados, reduzindo drasticamente o score de saúde.
Produto processado. Embora o tomate seja a base, o produto contém adição de açúcar (o segundo ingrediente) e sal, o que reduz significativamente sua qualidade nutricional e saúde geral.
Este produto é composto exclusivamente por tomate (ingrediente único). É um produto altamente saudável e minimamente processado, ideal para consumo regular.
Este é um produto minimamente processado, composto majoritariamente por tomate e um acidulante seguro (ácido cítrico). É uma excelente opção devido à ausência de açúcares adicionados, gorduras e sódio, sendo muito próximo de um ingrediente natural.
Produto minimamente processado, composto unicamente por sêmola de trigo durum, um carboidrato refinado. Embora seja isento de aditivos químicos, corantes ou conservantes, é uma opção nutricionalmente inferior às massas integrais.
Massa para lasanha feita com sêmola de trigo e ovos. O produto é considerado minimamente processado, utilizando apenas ingredientes básicos e corantes naturais, sem aditivos artificiais prejudiciais.
Produto cárneo temperado congelado que utiliza aditivos controversos como glutamato monossódico (GMS) e trifosfato pentassódico, além de possuir alto teor de sódio (38% do VD por porção). Classificado como ultraprocessado.
Bebida ultraprocessada, rica em açúcar e com uma combinação de aditivos controversos (Benzoato de Sódio e Corante Caramelo IV), que desaconselha o consumo regular devido aos potenciais riscos metabólicos e toxicológicos.
Este é um produto ultraprocessado, caracterizado por ter o açúcar e a gordura vegetal como ingredientes principais. Possui baixo valor nutricional e deve ter o consumo evitado ou extremamente ocasional, especialmente por ser direcionado a crianças.
Este é um produto ultraprocessado, classificado com selos de advertência por ser 'Alto em Açúcar Adicionado' e 'Alto em Gordura Saturada'. Contém múltiplas formas de açúcar, gordura vegetal de baixa qualidade (palma e soja), farinha refinada e diversos aditivos químicos, como conservadores e emulsificantes.
Produto ultraprocessado que, apesar de ser fonte de proteína (whey), utiliza uma combinação de gorduras vegetais (incluindo palma), farinha de trigo refinada, múltiplos emulsificantes e adoçantes artificiais (sucralose e maltitol). O alto grau de processamento desqualifica o consumo regular.
Produto classificado como ultraprocessado devido à alta concentração de açúcares (em várias formas), gorduras vegetais e uma lista extensa de aditivos químicos, incluindo conservador e aromatizantes. Seu consumo deve ser evitado ou muito esporádico.
Produto ultraprocessado com base em farinha refinada, alto teor de açúcar adicionado (cerca de 24% da composição total) e gordura vegetal. Contém diversos aditivos e aromatizantes. Deve ser evitado ou consumido com extrema moderação.
Este adoçante, apesar de destacar o eritritol, contém sucralose (edulcorante artificial ultraprocessado) e diversos aditivos químicos, como espessantes e conservantes (benzoato de sódio). Não pode ser classificado como 'bem natural', conforme rotulado.
Produto ultraprocessado composto primariamente por amido refinado e agentes químicos. Apresenta um teor de sódio extremamente elevado (7533 mg por 100g), o que é prejudicial à saúde cardiovascular quando consumido regularmente.
Fermento biológico seco para panificação com boa fonte de nutrientes, mas o alto teor de sódio pode ser um ponto de atenção.
Suplemento em pó com mix de vitaminas e minerais, cafeína e taurina. A adição de adoçantes e aromatizantes pode ser um ponto de atenção para alguns consumidores.
Granola com aveia integral, frutas e oleaginosas, mas contém maltitol e glicosídeos de esteviol como adoçantes. A presença de adoçantes pode ser um ponto de atenção dependendo do consumo e do público.
Bebida de soja com ingredientes pouco convencionais e aditivos químicos. Não é um alimento ideal para consumo regular.
Ervilha cozida em água, conservada em sachê, sem adição de sal ou açúcar. Pode conter soja.
Gelatina artificial com alta quantidade de açúcares, adoçantes artificiais e corantes. Contém derivados de soja e fenilalanina.
Gelatina em pó com açúcar, corantes e aromatizantes artificiais.
Bebida em pó com adoçantes artificiais, vitaminas e aromatizantes. Não contém açúcares.
Suplemento de creatina monohidratada, que pode auxiliar no desempenho físico.
Pasta de amendoim integral, com bom teor de proteínas e fibras, sem adição de açúcares ou gorduras ruins.
Creme de amendoim com adição de açúcares, gorduras vegetais, aromatizantes e emulsificantes, além de um adoçante e um edulcorante.
Cereal matinal com adição de maltitol e sucralose, além de aromatizantes naturais. Contém glúten e pode conter soja, amêndoas, leite, cebola e centeno.