"Produto ultraprocessado com base em farinha refinada, alto teor de açúcares (três tipos listados no topo da composição) e gordura vegetal de qualidade não especificada. Contém múltiplos aditivos, incluindo aromatizante e sulfitos, que indicam baixo valor nutricional e consumo desaconselhado."
Biscoitos caseiros feitos com farinha integral, farinha de aveia, óleos saudáveis (como azeite ou óleo de coco) e adoçados naturalmente com frutas (banana, tâmaras) ou pequena quantidade de mel/stevia.
Ordenados do pior para o melhor
Açúcar refinado. Sendo o segundo ingrediente, indica alto teor na composição, contribuindo significativamente para calorias vazias e desequilíbrio metabólico.
Xarope feito a partir da hidrólise do açúcar, composto por glicose e frutose. É uma forma de adoçante que aumenta o teor total de açúcares livres no produto.
Geralmente refere-se a óleos refinados e/ou hidrogenados (como óleo de palma ou soja) que podem ser fontes de gorduras saturadas ou trans (embora regulamentada), contribuindo para inflamação sistêmica.
Aditivo que imita ou reforça o sabor, indicando que o sabor não provém de ingredientes naturais significativos. Típico de ultraprocessados.
Farinha refinada que perde a maioria das fibras e nutrientes originais no processamento. O enriquecimento não compensa a perda nutricional e o alto índice glicêmico.
Aditivo químico (sulfito) utilizado para clarear e melhorar as propriedades de manuseio da massa, atuando como conservante e antioxidante.
Usado para realçar o sabor. O consumo excessivo está associado à hipertensão, mas é um ingrediente necessário em pequenas quantidades.
Aditivo que ajuda a misturar a água e a gordura, melhorando a textura. É geralmente derivada de soja (frequentemente transgênica), mas é considerada segura.
Agentes levedantes comuns (fermento) usados para dar leveza e volume ao biscoito. Geralmente seguros nas quantidades utilizadas.