"Embora o produto contenha uma base sólida de pasta de cacau e alto teor de fibra (indicando boa porcentagem de cacau), ele é reprovado devido à alta concentração de açúcar (34% do peso) e à inclusão de aditivos ultraprocessados como o PGPR e aromatizantes genéricos."
Chocolate amargo com 70% ou mais de cacau, sem açúcar adicionado ou adoçado com edulcorantes naturais (como eritritol ou stévia pura), e que utilize apenas manteiga de cacau pura como gordura.
Ordenados do pior para o melhor
Sacarose adicionada. Constitui cerca de 34% do produto. O consumo excessivo está ligado a problemas metabólicos, inflamação e ganho de peso.
Aditivo ultraprocessado. Usado para reduzir a viscosidade do chocolate e, frequentemente, permite que os fabricantes usem menos manteiga de cacau. Classificado como um aditivo de baixo valor nutricional e tecnológica.
Ingrediente genérico, que pode ser idêntico ao natural (vanilina, por exemplo) ou sintético. É um ultraprocessado utilizado para padronizar ou intensificar o sabor.
Emulsificante comum, usado para estabilizar a mistura e prevenir a separação. Geralmente seguro, mas é um aditivo processado e, muitas vezes, derivado de soja geneticamente modificada.
Gordura natural extraída do cacau. É a responsável pela textura e derretimento característicos. Embora seja uma gordura saturada, é de origem natural e esperada no chocolate.
Base sólida do chocolate, rica em antioxidantes (polifenóis) e fibras. É o componente mais benéfico do chocolate.